Cardeal Dom Sergio da Rocha, primaz do Brasil, vai integrar o Dicastério para os Bispos, órgão estratégico na seleção global de novos líderes católicos.
O arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, Dom Sergio da Rocha, foi nomeado membro do Dicastério para os Bispos, órgão da Cúria Romana responsável por auxiliar o papa na escolha de novos bispos em todo o mundo. A confirmação foi feita pelo Papa Leão XIV no último sábado (14).
O Dicastério para os Bispos exerce uma das funções mais estratégicas no governo da Igreja Católica. Cabe ao órgão estudar perfis, avaliar indicações e apresentar ao pontífice os nomes considerados aptos para o episcopado, além de acompanhar a vida e a missão pastoral dos bispos já nomeados.
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Segundo o Vaticano, a confirmação dos membros é feita pelo Papa e reforça a dimensão colegial na escolha dos novos pastores da Igreja.
Além do cardeal brasileiro, foram confirmados nomes como:
- Pietro Parolin, secretário de Estado;
- Kurt Koch;
- João Braz de Aviz;
- Blase Joseph Cupich;
- Joseph William Tobin;
- Juan José Omella;
- Anders Arborelius;
- José F. Advincula;
- Jean-Marc Aveline;
- Grzegorz Ryś;
- José Tolentino de Mendonça;
- Mario Grech;
- Arthur Roche;
- Claudio Gugerotti;
- Víctor Manuel Fernández.
Também foram confirmados outros arcebispos, bispos e membros da Cúria Romana.
Quem é Dom Sergio da Rocha
Dom Sergio da Rocha nasceu em Dobrada (SP) e foi nomeado arcebispo de Salvador em 2020, tornando-se também primaz do Brasil, título dado ao responsável pela arquidiocese mais antiga do país.
Ele é mestre em Teologia Moral pela Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, em São Paulo, e doutor pela Academia Alfonsiana da Pontifícia Universidade Lateranense, em Roma.
Ao longo da trajetória, atuou como diretor espiritual, professor e reitor do seminário diocesano de Filosofia de São Carlos (SP). Também trabalhou na assessoria e coordenação de pastorais e foi professor da Pontifícia Universidade Católica de Campinas.
Antes de chegar a Salvador, foi bispo auxiliar de Fortaleza, em 2001, arcebispo de Teresina em 2008 e, em 2011, assumiu a Arquidiocese de Brasília, onde permaneceu até 2020. Ele também participou do conclave que escolheu o novo papa em 2025.
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por Redação 2JN
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