A clínica, que atende pessoas em tratamento contra dependência química, é investigada por suspeitas de tortura, maus-tratos e pela morte de dois homens.
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De acordo com a Polícia Civil, as investigações começaram no fim de 2025, depois que um paciente, identificado como Geovane Santana Lopes foi encontrado com queimaduras graves dentro da unidade. Ele foi levado para um hospital, mas morreu meses depois. A versão apresentada pela clínica foi contestada pela família da vítima.
Dias depois, Iago Marques Formiga o monitor da própria clínica desapareceu. O corpo dele foi encontrado carbonizado às margens da BA-530, em Camaçari.
Durante as investigações, ex-internos relataram que pacientes eram agredidos, ameaçados, dopados e obrigados a realizar trabalhos forçados. Também houve denúncias de pessoas que teriam sido submetidas a choques elétricos e outras formas de violência.
Com base nas provas reunidas, a Polícia Civil realizou a operação que retirou os 39 pacientes do local e prendeu o responsável pela clínica.
As investigações continuam para esclarecer as duas mortes e apurar todas as denúncias envolvendo o funcionamento da unidade.
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por Redação 2JN – ib
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