Segundo as investigações, o local produzia refrigerantes e outras bebidas sem qualquer autorização dos órgãos competentes. A produção acontecia em condições precárias de higiene, com uso de rótulos falsos e sem registro oficial, colocando em risco a saúde dos consumidores.
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Durante a ação, os agentes encontraram o imóvel vazio, mas apreenderam centenas de garrafas prontas para reutilização irregular, além de grande quantidade de insumos armazenados de forma inadequada. O espaço já havia sido interditado em 2018, mas voltou a operar de forma ilegal.
Um auditor do Ministério da Agricultura esteve no local, determinou a suspensão imediata das atividades e lacrou o estabelecimento. Ao todo, foram interditadas mais de 1,6 mil garrafas de refrigerante, além de 18 mil rótulos, 10 mil tampinhas, aromatizantes, adoçantes e equipamentos usados na fabricação.
Também foram apreendidos um veículo usado para transportar as bebidas, documentos, cadernos com anotações financeiras, celular e materiais que vão ajudar no avanço das investigações. O responsável pelo local vai responder por crimes relacionados à falsificação e adulteração de produtos alimentícios.
A operação foi conduzida pela Polícia Civil, com apoio do GATTI/Sudoeste, do Ministério da Agricultura e do Departamento de Polícia Técnica.
por Redação 2JN
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