De acordo com informações divulgadas por familiares e amigos, ele estava internado em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Camaçari para tratamento de problemas de saúde. A causa oficial da morte não foi divulgada.
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Ao longo de décadas, o Feijão do Lindu conquistou moradores, trabalhadores, empresários, políticos e visitantes que passavam pela cidade. Mais do que servir refeições, o local se tornou um espaço de convivência, onde histórias foram compartilhadas, amizades fortalecidas e negócios iniciados em torno de uma mesa farta e acolhedora.
Ao lado da esposa, dona Eliana Lindu, falecida em 2018, Arlindo construiu uma trajetória marcada pelo trabalho, dedicação e atendimento próximo ao público. O casal ajudou a consolidar um empreendimento que se tornou uma das maiores referências gastronômicas de Camaçari e região.
O legado deixado por Lindu vai muito além da culinária. Sua história representa o empreendedorismo local, a valorização da comida tradicional baiana e a capacidade de transformar um negócio familiar em patrimônio afetivo para milhares de pessoas.
Nas redes sociais, amigos, clientes e admiradores manifestaram pesar pela perda e destacaram a simplicidade, a generosidade e o carisma que sempre marcaram sua trajetória. Para muitos camaçarienses, falar da história da cidade é também lembrar do Feijão do Lindu e da figura acolhedora de seu fundador.
Com a partida de Arlindo Lindu, Camaçari perde um de seus personagens mais queridos e respeitados. Seu nome permanecerá vivo na memória daqueles que frequentaram seu restaurante e acompanharam sua contribuição para o desenvolvimento social e gastronômico do município.
por Redação 2JN – revista metropolitana
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