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No entanto, pelo menos num momento o presidente da Câmara pareceu dar uma declaração “natural”, digamos assim. Isso ocorreu no momento em que ele foi questionado sobre como procederá no caso do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-RJ), que simplesmente abandonou o Brasil em fevereiro deste ano para viver nos EUA, de onde orquestra ataques comerciais, diplomáticos e políticos contra o próprio país, recebendo em dia seu graúdo salário, sem ser cassado.
“É incompatível o exercício de mandato sem a presença no país. É constitucional, é regimental. O exercício do mandato parlamentar tem que se dar de maneira física, presente. A situação do deputado Bolsonaro está caminhando com as faltas que ele está levando e nós daremos a ele o tratamento regimental”, afirmou Motta, dando um sinal claro de que, assim que terminar o ano legislativo, Eduardo deverá perder o seu mandato de deputado federal.
por Redação GloboNews
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