Segundo as investigações, o grupo movimentou mais de R$ 4 milhões. A apuração começou em março deste ano e identificou suspeitas de tráfico de drogas, associação e organização criminosa, além de comércio, posse e porte ilegais de armas e munições.
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De acordo com a Polícia Civil, os investigados dividiam as atividades em núcleos responsáveis pelo comando, gestão financeira, armazenamento, logística, distribuição e venda de drogas. O grupo também seria responsável pelo fornecimento de armas de fogo.
Ainda segundo as investigações, as drogas eram enviadas para São Paulo, Espírito Santo e Sergipe. Os suspeitos também negociavam armas e munições de calibre 5,56, que eram transportadas por meio de uma empresa de fachada.
Mais de 250 policiais participam das ações, que têm apoio do Grupo Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco), do Ministério Público da Bahia (MP-BA), além das polícias civis dos três estados envolvidos.
por Redação 2JN
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