Cabello foi companheiro de Hugo Chávez e esteve com o líder na campanha de 2002, quando houve um golpe e um contragolpe, e Chávez votou ao poder nos braços do povo.
📱 SIGA PRA MAIS NOTÍCIAS: entre na comunidade do 2JN no WhatsApp
LEIA TAMBÉM
Confira as palavras do líder chavista:
Bom dia ao povo da Venezuela. Estamos aqui na capital, em Caracas, após termos feito uma avaliação dos danos causados pelo ataque criminoso, pelo ataque terrorista contra o nosso povo. Contra o solo pátrio.
Contra as instalações elétricas. Contra a revolução bolivariana. E contra aqueles que nem sequer têm nada a ver com a revolução bolivariana.
É um ataque contra a Venezuela. Contra a República Bolivariana da Venezuela. As forças militares, as forças policiais, aqui comigo um grupo delas, o povo, pronto para qualquer situação, pronto para qualquer fato que pretenda ir além dos ataques covardes que as forças policiais, militares e nosso povo fizeram nessa fusão que nosso presidente Nicolás Maduro convocou para garantir a paz e a tranquilidade do nosso país.
Desdobrados, desdobrados. E daqui, deste belo lugar, ele pediu calma ao nosso povo. Confiem na liderança, confiem na direção do alto comando político e militar para a situação que estamos atravessando.
Muita calma. Que ninguém caia no desespero. Que ninguém caia na tentação de facilitar as coisas para o inimigo invasor, para o inimigo terrorista que nos atacou covardemente.
Que ninguém facilite as coisas para ele. Não é a primeira luta, não é a primeira batalha que alguns empreenderam contra este povo, acreditando que vão nos derrotar, acreditando que vão manchar a honra e a dignidade do soldado, do policial, do venezuelano comum. Não é a primeira.
Sabemos sobreviver a todas essas circunstâncias. E além disso, além de um de nós ou de outro, ou de qualquer um de nós, aqui há um povo que está organizado. Um povo que sabe o que tem que fazer.
Esperamos que o mundo se pronuncie sobre este ataque. Ou vocês, as organizações mundiais, os organismos mundiais, vão tornar pública a sua cumplicidade perante o ataque invasor. Perante o assassinato de civis.
Bombas caindo em edifícios, em locais habitados por civis. Os organismos internacionais vão tornar-se cúmplices desse massacre. É um apelo, apenas uma reflexão.
E aqui, internamente, o país está em completa calma. O país está em completa calma. O que eles tentaram com as bombas e os mísseis que lançaram, conseguiram parcialmente.
E digo parcialmente porque eles esperavam que o povo saísse talvez descontrolado, covardemente. Não. Aqui, os covardes ficaram no passado.
Este povo sabe o que tem que fazer. Agradeço a esses homens e mulheres que estão aqui, que passaram a noite toda patrulhando Caracas. Todos.
Patrulhando Caracas. Alguns deles eu encontrei.
Fazendo seu trabalho. A Venezuela sabe que foi agredida. A Venezuela sabe o que tem que fazer.
Nosso povo sabe o que tem que fazer. Nosso presidente já está há 28 semanas sob as primeiras ameaças. 28 semanas que concretizaram um ataque traiçoeiro e vil contra um povo que dormia.
Contra um povo que dormia. Eles atacaram covardemente este povo. Um apelo às organizações políticas deste país para que todos nos pronunciemos e nos mantenhamos alertas.
Alertas. Aos motociclistas, alertas. Não caiam na provocação deles.
Não caiam no desespero. Tenham toda a fé de que, no final desta batalha, o povo da Venezuela sairá vitorioso. E, no final destes ataques, nós venceremos.
Viva a pátria! Viva! Sempre leais! Nunca traidores! Nunca traidores! Traição! Traição!
por Redação 2JN – Revista Forum
LEIA TAMBÉM









