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“Ele está produzindo cocaína e a estão enviando para os Estados Unidos, então sim, ele tem que cuidar do próprio traseiro”, havia declarado em coletiva de imprensa.
Neste domingo (4), Trump subiu ainda mais o tom das ameaças e sugeriu que pode deflagrar contra a Colômbia e Petro uma operação militar semelhante à realizada na Venezuela.
“A Colômbia também está muito doente, governada por um homem doente, que gosta de produzir cocaína e vendê-la aos Estados Unidos — e não vai continuar fazendo isso por muito tempo”, disse a jornalistas a bordo do Air Force One.
Questionado por uma repórter se, então, “haverá uma operação militar dos Estados Unidos” no país, Trump disparou:
“Soa bem para mim”.
Confira:
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Trump ameaça Irã e Groenlândia
Na mesma entrevista a jornalistas a bordo do Air Force One, Trump ainda ameaçou outros países, entre eles Irã, Groenlândia e Cuba. O republicano afirmou que o Irã será “duramente atingido” pelos Estados Unidos se manifestantes forem mortos nos protestos que têm ocorrido no país.
“Estamos observando-os de perto. Se eles começarem a matar pessoas como fizeram no passado, acho que serão duramente atingidos pelos Estados Unidos”, disse Trump a repórteres a bordo do Air Force One (Força Aérea Um), aeronave oficial da presidência dos Estados Unidos.
Trump afirmou ainda que Cuba estava “prestes a cair” após as forças armadas estadunidenses sequestrarem o presidente da Venezuela, país aliado, ao mesmo tempo em que minimizou a necessidade de qualquer ação militar dos EUA no país.
“Cuba está prestes a cair”, disse Trump , acrescentando que seria difícil para Havana “resistir” sem receber o petróleo venezuelano. “Não acho que precisemos de nenhuma ação. Parece que o país está prestes a sucumbir.”
O presidente dos EUA também reiterou sua posição de que a Groenlândia deveria fazer parte dos Estados Unidos por questões de “segurança”, apesar dos apelos do primeiro-ministro dinamarquês para que cesse as ameaças contra o território.
“Precisamos da Groenlândia do ponto de vista da segurança nacional, e a Dinamarca não poderá cuidar disso”, disse o presidente dos EUA.
por Redação 2JN
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