Quem era Edson Café; ex-músico do Raça Negra que foi encontrado morto em São Paulo

Edson Café, ex-Raça Negra, morreu nesse domingo (1º/6) em São Paulo, após ser encontrado desacordado em uma rua da zona leste da capital
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2 de Julho Noticias – A notícia ao seu alcance











Edson Bernardo de Lima, conhecido como Edson Café, de 69 anos, tocou violão e percussão no Raça Negra no auge do grupo. O artista morreu nesse domingo (1º/6) em um hospital de São Paulo, após ser encontrado em uma rua da zona leste.

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O boletim de ocorrência, ao qual o Metrópoles teve acesso, informa que ele estava desacordado e foi levado primeiramente à Unidade Pronto Atendimento (UPA) Carrão. De lá, foi transferido para o Hospital Municipal do Tatuapé, onde faleceu. Familiares reconheceram o corpo no Instituto Médico Legal (IML) Leste, na capital paulista.

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Quem era Edson Café

  • Café sofreu um AVC e perdeu o movimento dos braços. Por isso, saiu do Raça Negra e passou a usar drogas.
  • Entre idas e vindas de clínicas de reabilitação, o artista chegou a ir para o Rio de Janeiro morar com os filhos. Após brigas, no entanto, ele voltou às ruas e ao vício em drogas.
  • “Estava propenso à recaída. Não tem como morar na rua e não fumar um baseado, não dá”, afirmou o ex-integrante do Raça Negra à imprensa em 2020, quando estava de volta às ruas.
  • De volta a São Paulo, Edson continuou morando na rua. Apesar disso, buscava trabalhar como estratégia para evitar o uso de substâncias.

“Se eu ficar aqui, fico querendo escrever ou então me drogar. Vou ficar enfiado na Cracolândia aí do lado. Eu prefiro sair, dar um rolezinho. E ganhar um dinheirinho. Tomo conta de carro na praça”, contou Edson Café.

Quando chegou à capital paulista, o músico foi acolhido por uma fã, que tentava resgatá-lo há alguns anos.

Mágoa com membros do Raça Negra

Também em entrevista à imprensa, o músico revelou guardar mágoa em relação aos ex-colegas de grupo.

“Falaram que não iam me dar dinheiro porque sabiam que, depois do meu envolvimento com a drogadição, eu iria gastar meu dinheiro todinho com droga. Não importa, o dinheiro é meu, eu faço o que eu quero. Se eu tenho direito de receber, eu quero receber”, desabafou.

Morte suspeita

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o caso foi registrado como morte suspeita pelo 52º Distrito Policial (Parque São Jorge).

“O homem, de 69 anos, foi encontrado desacordado em via pública no dia 31 de maio e levado ao Hospital Municipal do Tatuapé, onde faleceu. O corpo foi encaminhado ao IML Leste e identificado após exames periciais, sendo liberado aos familiares. A Polícia Civil investiga as conclusões dos fatos”, diz a nota enviada






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por Redação Metrópoles

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