O acordo foi construído após uma série de negociações entre o governo municipal e os representantes da categoria, dentro da mesa permanente de diálogo. Esta foi a sexta proposta apresentada pela administração, que prevê reajustes salariais entre 5,4% e 10,36%, variando conforme a letra e o nível de cada servidor.
Os índices resultam da recomposição da tabela do Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos (PCCV), somada ao percentual estabelecido pelo piso nacional do magistério. Os percentuais aprovados foram definidos com base em estudos técnicos elaborados pelo Sispec em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE).
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Segundo a categoria, a medida representa um passo inicial para recuperar perdas acumuladas ao longo de quase dez anos, período marcado por defasagens salariais na carreira do magistério municipal.
Com a aprovação em assembleia, a Prefeitura deverá encaminhar um projeto de lei à Câmara Municipal solicitando tramitação em regime de urgência. A expectativa é que o texto seja votado rapidamente para que o reajuste passe a valer já na folha de pagamento do mês de março.
O novo aumento se soma ao reajuste concedido em 2025, quando a gestão municipal já havia aplicado 6,27% de correção salarial, também com ganho real para os docentes.
Na ocasião, a administração municipal também regularizou o pagamento do terço de férias que havia ficado pendente da gestão anterior e antecipou o repasse do terço constitucional aos profissionais da educação.
A valorização dos professores integra um conjunto de iniciativas voltadas à melhoria da educação no município, que incluem a entrega de novos uniformes com melhor qualidade, distribuição de kits escolares e reforço da merenda para mais de 32 mil estudantes matriculados na rede municipal de ensino.
por Redação 2JN
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