Segundo a PF, a ação tem como objetivo recolher documentos de propriedade, contratos de cessão ou venda de terrenos, comprovantes de transações financeiras, materiais de engenharia, notas fiscais de insumos e registros contábeis que possam ajudar a identificar financiadores e envolvidos no suposto esquema.
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Segundo a Polícia Federal, as investigações apontam que, dentro da área da reserva indígena, estava ocorrendo invasão e venda ilegal de terras públicas, além de degradação ambiental e tráfico de drogas. Há também a suspeita de que o local pudesse estar sendo utilizado como esconderijo por um homem foragido da Justiça.
Durante o cumprimento dos mandados, os policiais também buscaram apreender armas, drogas, mídias eletrônicas e outros materiais que possam contribuir para o aprofundamento das investigações.
De acordo com a PF, caso as irregularidades sejam comprovadas, os suspeitos poderão responder por crimes como estelionato qualificado, usurpação de terras públicas e tráfico de drogas, além de outros delitos que possam ser identificados no decorrer das apurações.
A Polícia Federal informou que as investigações continuam e que novas diligências poderão ser realizadas conforme o avanço do trabalho.
A operação foi realizada por meio da Força Integrada que atua em Porto Seguro, composta pela Polícia Federal, Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), Coordenação de Operações e Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil e Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) da Polícia Militar, com apoio da Força Nacional e da Polícia Militar da Bahia.
por Redação 2JN
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