Em postagem divulgada no X (ex-Twitter), o secretário de Estado Marco Rubio afirmou que o Departamento de Estado dos EUA, além de revogar os vistos, também vai adotar medidas de impor restrições de entrada a “vários funcionários do governo brasileiro” e a ex-integrantes da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).
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A alegação é de que os alvos das sanções teriam sido “cúmplices do esquema de exportação de trabalho forçado do regime cubano”, em referência à participação do país caribenho no programa Mais Médicos.
‘Saúde e soberania não se negociam’
“O Mais Médicos, assim como o PIX, sobreviverá aos ataques injustificáveis de quem quer que seja. O programa salva vidas e é aprovado por quem mais importa: a população brasileira”, disse Padilha, também em publicação divulgada no X.
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“Não nos curvaremos a quem persegue as vacinas, os pesquisadores, a ciência e, agora, duas das pessoas fundamentais para o Mais Médicos na minha primeira gestão como Ministro da Saúde, Mozart Sales e Alberto Kleiman”, publicou ainda o ministro, fazendo referência a medidas tomadas pelo governo dos EUA em seu país.
Padilha listou ainda realizações do programa.
“Nesse Governo atual, em 2 anos, dobramos a quantidade de médicos no Mais Médicos. Temos muito orgulho de todo esse legado que leva atendimento médico para milhões de brasileiros que antes não tinham acesso à saúde. Seguiremos firmes em nossas posições: saúde e soberania não se negociam. Sempre estaremos do lado do povo brasileiro”, concluiu.
Confira a postagem abaixo.
O Mais Médicos, assim como o PIX, sobreviverá aos ataques injustificáveis de quem quer que seja. O programa salva vidas e é aprovado por quem mais importa: a população brasileira.
Não nos curvaremos a quem persegue as vacinas, os pesquisadores, a ciência e, agora, duas das…
— Alexandre Padilha (@padilhando) August 13, 2025
‘Nos EUA, saúde é negócio’
Outro ex-ministro da Saúde, o atual senador Humberto Costa (PT-PE), também falou sobre a sanção aplicada pelo governo estadunidense.
“O incômodo deles é óbvio: nos EUA, saúde não é direito, é negócio! Enquanto o Mais Médicos leva atendimento gratuito a milhões no Brasil, Trump persegue quem fez isso acontecer. Bolsonaro desmontou o programa, e agora seu aliado ataca quem ousa cuidar do nosso povo”, publicou em seu perfil no X.
O incômodo deles é óbvio: nos EUA, saúde não é direito, é negócio! Enquanto o Mais Médicos leva atendimento gratuito a milhões no Brasil, Trump persegue quem fez isso acontecer. Bolsonaro desmontou o programa, e agora seu aliado ataca quem ousa cuidar do nosso povo. pic.twitter.com/ggY5hvKfcx
— Humberto Costa (@senadorhumberto) August 13, 2025
A deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL-RS) se manifestou sobre o episódio, ressaltando o apoio de brasileiros que estão nos EUA trabalhando por sanções contra o Brasil.
“URGENTE! Trump ataca o Brasil mais uma vez: cancela vistos de brasileiros que ajudaram a criar o Mais Médicos, programa que levou 18 mil médicos a cidades sem atendimento e garantiu saúde a 60 milhões de pessoas. Com apoio de Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo, o ato é mais uma afronta à soberania e ao direito à saúde, concretizando a aliança Trump-bolsonarismo contra o Brasil”, publicou a parlamentar.
🚨URGENTE! Trump ataca o Brasil mais uma vez: cancela vistos de brasileiros que ajudaram a criar o Mais Médicos, programa que levou 18 mil médicos a cidades sem atendimento e garantiu saúde a 60 milhões de pessoas. Com apoio de Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo, o ato é mais… pic.twitter.com/tmcwt3Y76O
— Fernanda Melchionna (@fernandapsol) August 13, 2025
por Redação Revista Forum
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