Segundo as investigações, ele é apontado como integrante de uma organização criminosa especializada em estelionato e crimes patrimoniais. O grupo, que teria origem em outro estado, passou a atuar na Bahia utilizando a atividade profissional do advogado como uma espécie de fachada para dar aparência de legalidade às ações criminosas.
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De acordo com a Coordenação de Conflitos Fundiários (CCF/GEMACAU), o esquema envolvia a produção de documentos falsificados para viabilizar negociações imobiliárias fraudulentas. Entre os casos investigados está uma tentativa de venda ilegal de um lote localizado no Assentamento Açu da Capivara, área federal administrada pelo INCRA, em Camaçari.
A estratégia dos suspeitos era utilizar documentos forjados para enganar vítimas e simular transações legítimas de compra e venda de terrenos.
A Polícia Civil informou que esta é a primeira fase de uma investigação mais ampla, que deve avançar para identificar outros envolvidos no esquema.
por Redação 2JN – alo juca
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