Conforme o relato, a unidade teria registrado queda na produtividade operacional em razão das condições de trabalho enfrentadas pelos policiais e ainda suposto tratamento desumano.
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O texto enviado ao Informe Baiano descreve um cenário de dificuldades e afirma que “a Rondesp Atlântico está sendo sucateada”.
Entre os problemas relatados estão viaturas com defeitos mecânicos, falta de combustível, veículos sem freios, sirenes e ar-condicionado, além de alojamentos superlotados, estrutura precária e infestação de baratas.
A denúncia também aponta que os policiais estariam sendo enviados para operações contra facções criminosas com armamentos antigos e apresentando falhas, além de jornadas de trabalho consideradas excessivas, sem a devida compensação.
Ainda conforme o relato, treinamentos, atividades físicas e a manutenção dos armamentos teriam sido suspensos, enquanto a tropa continuaria sendo cobrada de forma exagerada por resultados.


“Uma das unidades que mais trabalha na capital está sendo abandonada. Isso não é só sobre os policiais. É sobre segurança pública. É sobre o risco que todos estão correndo. A Rondesp Atlântico pede socorro”, diz um trecho da denúncia.


A denúncia reflete o conteúdo encaminhado por integrantes da corporação e abre espaço para manifestação da Polícia Militar da Bahia, caso queira apresentar esclarecimentos sobre as alegações.
por Informe Baiano
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