Maioria vê Michelle “humilhada” por Flávio Bolsonaro; entre bolsonaristas resultado é inverso; diz pesquisa Atlas

Pesquisa AtlasIntel, encomendada pela Bloomberg, mostra o impacto do vídeo-bomba que expões publicamente a guerra entre Michelle e Flávio Bolsonaro. Veja a íntegra.
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A Pesquisa AtlasIntel, encomendada pela Bloomberg, que mostra o impacto do vídeo-bomba de Michelle Bolsonaro (PL), revela que a maioria dos brasileiros acreditam na acusação da ex-primeira-dama, de que Flávio Bolsonaro (PL-RJ) “teria sido ‘grosseiro’, ‘desrespeitoso’ e de que ela teria sido ‘humilhada’ por ele”. No entanto, entre aqueles que votaram em Jair Bolsonaro (PL) em 2022 o resultado é inverso.

De acordo com o levantamento, divulgado nesta quinta-feira (2), 59,6% dos entrevistados acreditam nas acusações de Michelle e 29,3% não acreditam – 11,3% não souberam responder.

Entre os bolsonaristas, no entanto, 54,6% se posicionam a favor de Flávio e dizem não acreditar na ex-primeira-dama. Outros 29,9% dizem acreditar em Michelle e 15,6% não responderam.

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A mesma inversão de resultados acontece quando a Atlas indagou sobre qual posição você tende a concordar mais na briga entre madrasta e enteado.

No resultado geral, 38,3% avalizam a posição de Michelle e 20,6% a de Flávio – 21,4% dizem concordar com ambos e 19,6% não sabem.

Entre os eleitores de Bolsonaro, 43,2% se colocam ao lado de Flávio Bolsonaro e 17,3% concordam com Michelle. Neste nicho, 33,6% dizem concordar com ambas as partes e 5,9% não souberam responder.

Desejo de ser candidata

A pesquisa revela ainda que para 38,6% Michelle divulgou o vídeo por “um possível desejo de ser candidata à Presidência no lugar de Flávio Bolsonaro”. Outros 28,6% falam em “expor divergências políticas e pessoais” e 22,3% acreditam que a ex-primeira-dama queria “aumentar seu poder político dentro do PL” – 10,7% não souberam.

No entanto, a maioria absoluta concorda que Michelle é “muito importante” (28,9%), “importante” (26,5%) ou “pouco importante” (16,3%) para a campanha do enteado. Para 11,7%, a ex-primeira-dama é nada importante e 16,6% não souberam responder.






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por Redação 2JN – revista forum






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