“Tenho a expectativa de os preços dos combustíveis baixarem. Brigo todo santo dia”, afirmou.
Segundo ele, reuniões semanais com ministros e autoridades do setor, como a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, e o ministro da Fazendo, Dario Durigan, buscam evitar que impactos externos, como a guerra no Irã, se repassem ao consumidor final.
“Temos que ser duros na fiscalização. Tomamos várias medidas, mas mesmo assim teve distribuidora que não respeitou.”
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Lula detalhou ações como cobrança do imposto sobre exportação de petróleo e subsídio de 50% do ICMS do combustível, em parceria com governadores, para reduzir o impacto sobre caminhoneiros, taxistas e motoristas comuns.
O presidente também voltou a criticar a privatização da BR Distribuidora, destacando que, se a empresa ainda fosse estatal, o governo teria mais instrumentos de controle.
“Se eles não tivessem privatizado, a gente teria como controlar melhor. Disseram que ia melhorar. O que melhorou?”
O presidente também criticou agências reguladoras, afirmando que parte delas passou a atuar mais em favor de empresas do que do consumidor:
“As agências deixaram de ser reguladoras e passaram a ser representantes de empresários”, disse.
Lula falou ainda sobre a dependência de combustíveis: o Brasil não precisa importar gasolina, mas ainda importa cerca de 30% do diesel. Ele mostrou preocupação com o preço do biodiesel: “Até o biodiesel, que é uma válvula de escape nossa, está caro.”
Apesar das críticas, ele ressaltou que o governo tem protegido a população de aumentos mais fortes:
“O Brasil é hoje o país em que o povo menos sofre com o aumento do combustível. Embora tenha alguns malandros que elevaram preços indevidamente, estamos atrás deles.”
por Redação 2JN – tv Brasil
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