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Um dos nomes centrais do núcleo ideológico do bolsonarismo, Martins estava em prisão domiciliar desde o último sábado (27), medida imposta pelo STF diante do risco de fuga de condenados pela trama golpista.
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Descumprimento de medidas e cerco do STF
Segundo Moraes, Martins teria descumprido uma das medidas cautelares ao supostamente acessar a rede social LinkedIn, prática expressamente proibida no regime de prisão domiciliar. O ministro já havia determinado, no fim de dezembro, que a defesa explicasse o episódio no prazo de 24 horas. As restrições impostas incluíam, além da vedação ao uso de redes sociais, a proibição de contato com outros investigados, a entrega de passaportes e a suspensão de registros de porte de arma.
Apesar de a defesa negar que o ex-assessor tenha utilizado a plataforma — alegando que os perfis estariam sob controle exclusivo dos advogados —, Moraes considerou haver indícios suficientes para decretar a prisão preventiva em unidade prisional.
Condenado a 21 anos de prisão por participação direta na articulação golpista, Filipe Martins é apontado como responsável por apresentar a Jair Bolsonaro a chamada “minuta do golpe”, documento que previa medidas excepcionais para impedir a alternância de poder e manter o então presidente no cargo. Martins nega as acusações, mas a Primeira Turma do STF já formou maioria pela condenação. A pena definitiva ainda não começou a ser cumprida porque o acórdão condenatório aguarda publicação.
A retomada da prisão ocorre em um contexto de endurecimento do STF contra os envolvidos nos ataques à democracia. Na semana anterior, Moraes determinou prisões domiciliares para Martins e outros nove condenados, após a fuga do ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal Silvinei Vasques para o Paraguai, episódio que reforçou, segundo o ministro, a existência de uma estratégia organizada para escapar da aplicação da lei.
por Redação 2JN – revista forum
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